Tributário & Fazenda Pública

Tributário e Fazenda Pública: do planejamento à defesa


Por Frede Sá de Moura · Sócio · Advogado · OAB/MG 151.651 · OAB/GO 58.362Atualizado em 30/09/2026

Resposta direta

A frente tributária da Fantini atende pessoas e famílias em duas linhas: a defesa contra o bloqueio de conta e de bens em execução fiscal (SISBAJUD) e o planejamento de patrimônio, com holding patrimonial e familiar, sucessão e ITCMD e patrimônio no exterior. Os temas tributários de empresa são atendidos pelo Moura e Fantini .

Toda exigência do fisco tem uma via de defesa e uma fase certa para ela; todo patrimônio relevante tem uma forma de ser organizado que reduz risco e custo dentro da lei. As duas coisas se resolvem melhor com antecedência e com a leitura correta do caso — antes do prazo vencer, antes de o negócio se fechar.

Por onde começar

Temas de tributário e Fazenda Pública

Cada tema tem uma página própria, com o que a lei diz, os prazos que correm e o caminho direto para falar com o escritório. Os temas indicados com ↗ são atendidos pelo Moura e Fantini, em site próprio.

Contra a Fazenda Pública

Na pessoa física, a cobrança do fisco costuma chegar como bloqueio de conta ou de bens na execução fiscal. Em regra, salário e poupança até 40 salários mínimos são impenhoráveis (CPC, art. 833, IV e X; para dívida não alimentar, a regra do salário pode ser mitigada em caráter excepcional, Tema 1230 do STJ), o excesso deve ser liberado e cabe ao executado comprovar a impenhorabilidade ou o excesso em 5 dias (CPC, art. 854, §§1º e 3º). Em paralelo, verifica-se a prescrição e a decadência (CTN, arts. 173 e 174) e a defesa na própria execução (Lei 6.830/1980). A defesa da empresa, do auto de infração e do recurso ao CARF (Decreto 70.235/1972) ao mandado de segurança (Lei 12.016/2009) e ao redirecionamento ao sócio (Súmula 435 do STJ), é conduzida pelo Moura e Fantini.

Planejamento e patrimônio

Holding patrimonial e familiar, com a imunidade de ITBI na integralização de bens ao capital (CF, art. 156, §2º, I, no limite do Tema 796 do STF); sucessão organizada em vida e o ITCMD, agora progressivo (EC 132/2023); e o patrimônio no exterior (Lei 14.754/2023). Sempre pela via lícita, com o custo e o risco de cada tese medidos antes. A transição da Reforma Tributária (2026–2033) para a empresa é tratada pelo Moura e Fantini.

Base jurídica

TemaFonte oficial
Processo administrativo fiscal federal (impugnação e recurso ao CARF)Decreto 70.235/1972
Suspensão da exigibilidade do crédito tributárioCTN, art. 151
Prescrição e decadência tributáriasCTN, arts. 173 e 174
Execução fiscal e defesa do contribuinteLei 6.830/1980
Mandado de segurança contra ato de autoridadeLei 12.016/2009
Depósito prévio não é condição para discutir o créditoSúmula Vinculante 28 do STF
Imunidade de ITBI na integralização; ITCMD progressivoCF, art. 156, §2º, I; art. 155, I e §1º, VI (EC 132/2023)

Fontes oficiais citadas a título informativo (Prov. 205/2021 CFOAB). Cada caso depende de análise individual.

Perguntas frequentes

A Fantini atende empresas nesta área?

Nesta área, a Fantini atende pessoas e famílias: bloqueio de conta ou de bens por dívida fiscal, holding patrimonial e familiar, sucessão e ITCMD e patrimônio no exterior, na esfera administrativa e na judicial. Os temas tributários de empresa (autuação, execução fiscal, dívida ativa, certidão negativa, parcelamento e transação, compensação, revisão tributária e a transição da Reforma Tributária) são atendidos pelo Moura e Fantini, em site próprio.

Em quais esferas e regiões atua?

Federal, estadual e municipal: o processo administrativo, os órgãos e os prazos variam conforme a esfera. A Fantini fica em Goiânia/GO, com atuação em Goiás, Minas Gerais e São Paulo e atendimento on-line em todo o Brasil. O Moura e Fantini, que atende os temas de empresa, fica em Belo Horizonte/MG.

Recebi uma cobrança. Preciso pagar antes de discutir?

Nem sempre. Na esfera administrativa, a impugnação ou o recurso apresentados no prazo suspendem a exigibilidade do crédito (CTN, art. 151, III). No Judiciário, a exigência de depósito prévio como condição para discutir é inconstitucional (Súmula Vinculante 28 do STF).

O escritório garante o resultado?

Não — e nenhum escritório sério garante. Advocacia é atividade de meio: o compromisso é com a análise técnica, a informação honesta sobre riscos e alternativas, e a condução diligente do caso.

Há um bloqueio de bens, uma sucessão ou um patrimônio que precisa de análise técnica?

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Conteúdo meramente informativo, nos termos do Provimento 205/2021 do CFOAB. Não constitui consulta jurídica nem promessa de resultado. Cada caso depende de análise individual.

Revisado por Dr. Wesley Fantini de Abreu (OAB/GO 21.846) · 12/06/2026

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